Papel da Banca e Actividade Empresarial por Luís Canha

Papel da Banca e Actividade Empresarial

 

Não sendo uma novidade, não deixa de ser importante olhar para as conclusões do inquérito á actividade empresarial do país que, todos os anos, a Associação Industrial Portuguesa emite. Trata-se de barómetro com a participação de mais de 1000 empresas, efectuado no final de 2012, onde faz comparação com o ano anterior e se avaliam as perspectivas para 2013.

 

Não é surpresa que mais de metade das empresas apresenta uma diminuição do volume de negócios em relação a 2011, já de si um ano de crise e que as empresas avaliam a evolução da procura no mercado interno de forma negativa. Pelo contrário a avaliação da procura externa é positiva.

 

O país tem mais concursos nacionais e regionais de empreendedorismo e de inovação, que por sua vez estão apinhados de novas ideias e potenciais negócios.

 

Temos que saber incentivar cada vez mais este tipo de atitudes e procurar ajudar na sua implementação.

- Portugal e o concelho do Gavião precisam!

 

A verdade é que a iniciativa privada em economias regionais tem sido uma força de estímulo ao conceito de empreendedorismo. Os progressos sociais, económicos e tecnológicos deixaram de garantir empregos estáveis.

 

A adaptação a novas realidades tornou o surgimento de oportunidades de emprego junto do sector privado ou a criação do próprio emprego.

 

A inovação é fundamental no processo criativo, pois não se trata de fazer mais do mesmo, mas sim de fazer algo de novo, diferente, que marque a diferenciação.

 

A banca tem aqui um papel crucial no desenvolvimento e apoio á economia regional/nacional, quer na fase de implementação de qualquer projecto, quer no apoio pontual às necessidades de liquidez, quer ainda no apoio á exportação, aproveitando linhas específicas protocoladas pelo QREN e outras criadas para apoio às necessidades de tesouraria das PME e ENI´S.

 

Foi criada em 2013 um crédito Fiscal extraordinário ao Investimento (Dec. Lei 49/2013)  em que as empresas podem deduzir á colecta de IRC no montante de 20% das despesas em investimento, activos adquiridos entre 1 de Junho a 31 Dezembro 2013 e afectos á actividade operacional da empresa até 31 de Dezembro de 2014.

 

Aconselhamos a consulta às instituições de crédito para informação mais detalhada.

 

É neste campo que a equipa de “ UM NOVO GAVIÃO” se deve empenhar e atrair novas empresas ao concelho, o Gavião precisa…

 

A economia nacional explica muita coisa, mas não explica tudo!

 

Esperamos que haja um novo rumo,”UM NOVO GAVIÃO”

 

Luís Manuel Canha Alves

Bancário

publicado por Paulo José Matos às 12:00 | comentar | favorito