1 Ano em Lisboa

 

 Numa altura de crise, posso considerar que o balanço  do meu primeiro ano em Lisboa terá sido positivo.

 Perdi um carro, não perdi a alma, continuo à procura do trabalho em que todo o meu esforço seja recompensado e não só com as migalhas de outros... O meu almoço uma sandes de fiambre e queijo chega a ser motivo de Gozo, mas assim poupo o máximo de euros que posso, e no final do mês apenas governei o estômago.

 

 Penso todos os dias num futuro melhor, e nesta crise, em que eu tenho trabalho, a minha familia (+-) também, acho-me um sortudo. Continuo a ajudar a trabalhar a terra no pouco tempo que por lá estou...

 

 Tenho acesso à rede do conhecimento - à internet , onde faço questão de partilhar um pouco de mim e da minha terra natal!

  

Faço porque quero ter um futuro melhor lá, e não aqui Lisboa.

 

http://p-m.blogs.sapo.pt/2007/11/

 

 Tal como escrevi em Novembro de 2007...  quando cheguei a esta cidade... Sou um ESTRANGEIRO, e assim continuo a sentir-me. A diferença é que consigo ver a pobreza dos pedintes e a riqueza dos abastados e nada disso me estranha...

  

Só a falta de vontade dos politicos de hoje em dia, em decidir com razoabilidade o meu e teu futuro!

 

 

 Faltam politicos com outras entranhas...


 

 

"Cabe-nos cada vez mais dinamizar as pessoas para viverem a sua liberdade própria, para executarem o seu trabalho pessoal, para agirem concretamente na abolição das desigualdades. Para isso mais importante que a doutrinação, é levar as pessoas a pensarem, a criticarem, a discernirem"

Francisco Sá Carneiro

http://www.institutosacarneiro.pt/ 

 

 

"Está condenado a ser ultrapassado pela história qualquer projecto político que se mantenha fixo, imóvel, incapaz de dar resposta às novas situações, aos novos fenómenos, aos novos acontecimentos.

A vida social está em permanente movimento. Num período histórico determinado, um projecto político que mantenha coerentemente linhas e objectivos fundamentais, para que seja válido não pode em caso algum fechar os olhos às realidades, nem cuidar que a teoria e as soluções práticas encerram verdades absolutas imodificáveis. Nós, os marxistas, consideramos que na sociedade como na natureza, existem nas situações e nos fenómenos relações objectivas de causa e efeito. Somos deterministas. Mas não somos fatalistas. A dialéctica que informa os nossos princípios teóricos aborda e explica a realidade em movimento, é crítica por natureza e implica que se recusem verdades absolutas, incluindo na formulação de “leis da dialéctica”.

Álvaro Cunhal

 

 

http://www.dorl.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1941&Itemid=105

publicado por Paulo José Matos às 22:09 | comentar | favorito