27
Dez 08
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Dez 08

Os simbolos do Natal na nossa Terra...

É graças à proprietária do terreno onde está implatanda a Pinheira, que os gavionenses continua a poder estar privilegiados com a sua iluminação, tão tradicional!

 

Relembro que é o símbolo Natalicio mais intemporal em todo o Concelho.

 

 

 

O municipio, de forma pouco convincente continua a ornamentar a rotunda principal da vila com o presépio em tamanho real, que a cada ano que passa e na ausência de outras atitudes complementares vai perdendo o seu brilho e originalidade...

 

 

 

publicado por Paulo José Matos às 23:34 | comentar | favorito
21
Dez 08
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Dez 08

Natal, Natal é pra todos (amigos, inimigos e coisas)

publicado por Paulo José Matos às 18:20 | comentar | favorito
15
Dez 08
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Dez 08

"E o Burro sou eu?"

Caros,

   

 Tenho de admitir que alguém no Município de Gavião ouviu (ou leu) o que por aqui vou escrevendo em tom de angustia ou raiva.

  

 Eis que decidiram eliminar o MAMARRACHO, mas a boa intensão não teve pernas e o resultado, é um buraco com fios e entulho... Que belo parque infantil!

 

 A vergonha e o descaramento instalam-se...   

 

Antes

 

 

Depois
 

 

 Já agora que estamos numa de obras (...) pensemos um pouco e vamos reflectir, quem teve a brilhante ideia de fazer uma avenida "emadeirada" no acesso à vila de Gavião onde se gastaram euros a pontapé?

 

(Três a Cinco anos depois) Eis o resultado:

 

 

 

Assim até se tem desculpa de gastar mais uns euros, e como vai ficar tudo bonito outra vez dizem que é obra feita, isto em ANO DE ELEIÇÕES (2009)...

 

Gasta-se o dinheiro em coisas temporárias para iludir o povo... um dia ele vai cansar-se...

 

Cumps

 

publicado por Paulo José Matos às 00:15 | comentar | favorito
09
Dez 08
09
Dez 08

1 Ano em Lisboa

 

 Numa altura de crise, posso considerar que o balanço  do meu primeiro ano em Lisboa terá sido positivo.

 Perdi um carro, não perdi a alma, continuo à procura do trabalho em que todo o meu esforço seja recompensado e não só com as migalhas de outros... O meu almoço uma sandes de fiambre e queijo chega a ser motivo de Gozo, mas assim poupo o máximo de euros que posso, e no final do mês apenas governei o estômago.

 

 Penso todos os dias num futuro melhor, e nesta crise, em que eu tenho trabalho, a minha familia (+-) também, acho-me um sortudo. Continuo a ajudar a trabalhar a terra no pouco tempo que por lá estou...

 

 Tenho acesso à rede do conhecimento - à internet , onde faço questão de partilhar um pouco de mim e da minha terra natal!

  

Faço porque quero ter um futuro melhor lá, e não aqui Lisboa.

 

http://p-m.blogs.sapo.pt/2007/11/

 

 Tal como escrevi em Novembro de 2007...  quando cheguei a esta cidade... Sou um ESTRANGEIRO, e assim continuo a sentir-me. A diferença é que consigo ver a pobreza dos pedintes e a riqueza dos abastados e nada disso me estranha...

  

Só a falta de vontade dos politicos de hoje em dia, em decidir com razoabilidade o meu e teu futuro!

 

 

 Faltam politicos com outras entranhas...


 

 

"Cabe-nos cada vez mais dinamizar as pessoas para viverem a sua liberdade própria, para executarem o seu trabalho pessoal, para agirem concretamente na abolição das desigualdades. Para isso mais importante que a doutrinação, é levar as pessoas a pensarem, a criticarem, a discernirem"

Francisco Sá Carneiro

http://www.institutosacarneiro.pt/ 

 

 

"Está condenado a ser ultrapassado pela história qualquer projecto político que se mantenha fixo, imóvel, incapaz de dar resposta às novas situações, aos novos fenómenos, aos novos acontecimentos.

A vida social está em permanente movimento. Num período histórico determinado, um projecto político que mantenha coerentemente linhas e objectivos fundamentais, para que seja válido não pode em caso algum fechar os olhos às realidades, nem cuidar que a teoria e as soluções práticas encerram verdades absolutas imodificáveis. Nós, os marxistas, consideramos que na sociedade como na natureza, existem nas situações e nos fenómenos relações objectivas de causa e efeito. Somos deterministas. Mas não somos fatalistas. A dialéctica que informa os nossos princípios teóricos aborda e explica a realidade em movimento, é crítica por natureza e implica que se recusem verdades absolutas, incluindo na formulação de “leis da dialéctica”.

Álvaro Cunhal

 

 

http://www.dorl.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1941&Itemid=105

publicado por Paulo José Matos às 22:09 | comentar | favorito
03
Dez 08
03
Dez 08

Paulo Matos em 1999

 

Do dia à Noite

 

Estava escuro, sóbrio e terrivelmente nublado, quase não se via  um palmo à frente dos olhos quando se viu duas luzes o que era? Certamente um carro mas ainda estaria longe!  Foi-se aproximando e realmente era o que se esperava ser um carro com caçadores que tinha encontrado o seu sítio ao pé do nosso local (Tinha de ser! Porque?).

Só no final da alvorada se podia ver quem é que teria encostado ao lado do nosso carro?- É que nós também éramos caçadores e tínhamos escolhido sítio para caçar naquele mesmo dia.

Quem aviria de ser(Só cá faltava este!)? O nosso ex-colega  de caça e agora rival o tio Zé Fogeão que como tinha sido nosso colega conhecia os melhores locais onde caçar. Entretanto ao aparecer o Sol e consequentemente aterra se iluminar podemos começar a busca ao coelho - é que a lebre só se caça de tarde; em primeiro é preciso acordar, a seguir montar armas e largar cães e finalmente começar a percorrer caminhos, trilhos, pastagens, etc..

Fomos andando, andado até que mimos pêlo preso em arame farpado era bom sinal (até os cães ficaram loucos quando cheiraram aquilo), e sinal esse, que nos podia trazer sorte, mas continuando, ao ver esses pêlos no arame decidimos descer a colina e realmente(mais uma vez) era o que se esperava um cruzilhado de tocas recentes e foi só esperar, esperar e de repente vê-se  um coelho a sair (eram 10:19:53 segundos) um dos nossos apontou e quando ia disparar ouve-se um estrondo, um tiro!

- O coelho até deitava o seu sangue para o ar! –disse a minha pessoa. Quem seria? Uma pergunta perguntada a nós próprios, fomo-nos chegando perto e claro, e tinha de ser, é obvio o tio Zé Fogeão que enquanto «um diabo esfregou um olho» saltou e pulou para apanhar o coelho, entretanto um dos meus colegas que tinha apontado para esse colho perguntou-lhe?

-Você não têm mais que fazer que seguir-nos?

O nosso ex-colega abaixou a cabeça apanhou o coelho e sorrindo por debaixo de uma grande barba voltou as costas e começou a andar para seu destino; ao começar a andar vêem ao nosso encontro uma lebre não sei de onde, e porque mas a lebre não se apercebera que “nós” estávamos no “final” daquela colina então o meu melhor amigo dispara (sem sequer perguntar o que era aquilo, e nem sequer fazer pontaria) um cartucho que por incrível que pareça lhe acertou na cabeça e numa pata dianteira o que para o tio Zé Fogeão foi como uma pedra a cair-lhe em cima ou ele a partir-se aos bocados e o sorriso transformando-se em desolação o que fez nele transformações que nunca se ade esquecer porque a cobiça mata i no final do dia fomos para casa onde jatámos uma bela sopa de lebre.

  

 

                                               Paulo Matos

                                               8º B N.º 14

 

 

 

 

 

 

8 de Fevereiro de 1999 - 22:49

 

 

Uma recordação da minha infancia que encontrei no meu lixo civilizacional...

 

 

 

 

 

publicado por Paulo José Matos às 22:55 | comentar | favorito