28
Fev 11
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O serviço público, num Estado de Direito, vê a democracia sem a existência de forças partidárias!

 

JSD questiona cenário de censura no ‘Prós e Contras’

A Juventude Social Democrata (JSD) “estranha” não ter sido convidada para “participar activamente” no programa ‘Prós e Contras’ que esta noite é exibido em directo na RTP1, pelas 22h30, com o tema ‘Jovens sem esperança ou juventude sem vontade’.

 

Em comunicado, a estrutura elogia a escolha do tema, mas lamenta que a produção do programa tenha “garantido aos seus dirigentes que poderiam assistir mas não poderiam participar nem colocar questões por serem de uma juventude partidária”. Por isso, a JSD questiona se o “serviço público de televisão chega ao ponto de quase censurar os líderes das estruturas onde os jovens ainda participam activamente na actividade pública e política”.

 

A juventude laranja pondera mesmo avançar com uma queixa à Entidade Reguladora da Comunicação Social e põe em causa se “o serviço público, num Estado de Direito, vê a democracia sem a existência de forças partidárias” ou que seja esta uma infeliz particularidade do tão dispendioso serviço”.

 

No documento, a JSD aponta que a democracia do País “assenta nos partidos políticos”, pelo que, sublinha, “a existência  de juventudes partidárias não pode ser ignorada pelo próprio serviço público de televisão” já que, defende, são estes grupos que “há anos a esta parte têm alertado a sociedade para os problemas dos jovens e proposto várias soluções”.

 

LINK http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/tv--media/jsd-questiona-cenario-de-censura-no-pros-e-contras

publicado por Paulo José Matos às 23:55 | comentar | favorito
25
Fev 11
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Fev 11

Jovens e Europa

Dois temas rápidos:

 

JSD no parlamento nacional

 

“Será que o PS ignora que há em Portugal 100 mil jovens no desemprego?”

 

Pedro Rodrigues acusou os socialistas de apenas darem ilusão e demagogia aos jovens portugueses.


Pedro Rodrigues acusou os socialistas de virem para a Assembleia da República trazer “ilusão e demagogia em vez de trazer a resolução para os problemas que afectam milhares e milhares de jovens portugueses”. O social-democrata afirmou ainda que ao ouvir um deputado socialista, lembrou-se do Ministro da Informação Iraquiano que falava de uma realidade que não existia. “Será que o PS ignora que há em Portugal 100 mil jovens no desemprego, será que ignoram que só nos últimos 3 meses 12 mil jovens foram para o desemprego, será que se esquecem que por força das políticas do PS 30 mil jovens ficaram sem bolsa da acção social escolar este ano lectivo, que nos últimos 6 anos quem esteve a governar foi o PS”, questionou.

 

Na opinião de Pedro Rodrigues “a pior precariedade é não ter emprego, a pior precariedade é o drama, o desespero de milhares que jovens que diariamente têm de sair do Portugal para encontrarem soluções laborais porque o Governo retiraram esperanças e alternativas aos jovens portugueses”. “A pior precariedade são os milhares de jovens que estão a trabalhar com falsos recibos verdes, estimulados pelas políticas do Governo. Pior precariedade são os milhares de jovens que não podem sair de casa dos seus pais, não podem constituir família e não podem desenvolver os seus projectos de vida porque não têm emprego e não há solução laboral”.

A concluir a sua intervenção, Pedro Rodrigues perguntou à bancada do PS “onde estão as 50 medidas para estimular a economia portuguesa anunciadas em Janeiro”.

 

 

 

 

 

Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu

 

E porque eu não sofro de miopia política, sei quando há um político de um quadrante político que não o meu a falar coisas que eu também acho correcto, eis Miguel Portas no parlamento europeu:

 

 

 

 

publicado por Paulo José Matos às 00:24 | comentar | favorito
14
Fev 11
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Seja solidário

Ainda que hoje se comemore o dia dos namorados, que tal ser solidário em vez de gastar dinheiro com consumismos?

 

Fica a proposta

 

publicado por Paulo José Matos às 11:19 | comentar | favorito
02
Fev 11
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Fev 11

Intervenção programada enquanto vereador na Câmara Municipal de Gavião

Preambulo (Não apresentado na reunião de câmara)

 

Os indivíduos eleitos para cargos políticos tem o dever e obrigação de estar próximos de quem os elegeu, para que a sua representatividade seja o mais realista possível.

 

No meu caso pessoal, apesar de me considerar relativamente próximo tendo em conta o pequeno grande constrangimento que é trabalhar em Lisboa, começava a ser notório que tinha de adequar um reforço no canal de comunicação com os cidadãos, até porque alguns comentários de alguns anónimos para isso o indicavam, e eu respeito todas as opiniões.

 

Dessa forma, desde há três semanas atrás que foi lançada uma campanha on-line, aplicada ao Google e Facebook onde se pede a todos que dêem ideias de projectos, problemas e/ou soluções a situações existentes no concelho, para que as que me pareçam ser muito construtivas possam ser levadas à reunião de câmara.

A campanha no facebook

Vereador Paulo Matos

A vereação ao serviço

da população. Quero

ouvir a sua opinião.

 

Alguns dados da campanha em curso:

População alvo abrangida = 20.000 pessoas (naturais ou residentes de Gavião)

Crescimento de Emails recebidos desde o ínicio da campanha mais 350%.

 

Como vêem isto, é só mais uma acção da política de proximidade, que quero manter ao longo de todo o meu mandato.

 

Porque o que interessa são as pessoas e as suas ideias.


 

 

Apresentado na reunião de câmara de hoje

  • Fora da ordem de trabalhos

Gavião, 2 de Fevereiro de 2011

 

Caríssimo Presidente e Vereadores,

 

Trago-vos hoje uma questão fruto da vossa inquirição pública sobre o projecto de renovação da praça do município, e a súmula de alguns apontamentos que me foram remetidos, fruto da minha última acção de política de proximidade.

 

A questão vos coloco é:

  • Terminada a consulta pública sobre o projecto de renovação da praça do municipio, já foram analisadas todas as sugestões recepcionadas e retirando das mesmas algum relatório analítico? Pode a população ter acesso a esse mesmo relatório?

1. O meu primeiro apontamento de hoje é também sobre este tema – o projecto de renovação da praça do município.

Chegaram-me pois várias opiniões, todas elas perfeitamente válidas, e que posso até referenciar serem de distantes quadrantes políticos, mas que em conluio são unânimes na expressão de alguma apreensão sobre este tipo de investimento que consideram ser fechado em si próprio. Isto é, o retorno proveniente do embelezamento da via pública perante o montante financiado pela nossa autarquia (ainda que globalmente seja fortemente comparticipado por um qualquer projecto pólis a surgir) não vai ter directamente um reaproveitamento por parte de um qualquer tecido económico, pois este não existe efectivamente nesta praça. Dessa forma, e não se querendo colocar em causa a legitimidade para com as decisões da autarquia o que se pede, é que haja alguma contenção no caderno de encargos, tendo em conta que este projecto não é prioritário para o concelho de Gavião.


2. A segunda ideia que vos quero deixar aqui hoje, é que o sector público não deve de facto meter-se nos assuntos de Fé. No entanto, não devemos ignorar de forma inconsequente as necessidades e apelos que a comunidade humana, os cidadãos fazem. Não podemos ignorar as fracas e descaracterizadas condições que a povoação da vila de Gavião, tem actualmente no velório dos seus entes queridos. Desde que a Santa Casa da Misericórdia de Gavião, e com toda a legitimidade, retirou o espaço que até então a população tinha para este efeito, que se tem a apontar várias questão de potencial dúvida se a saúde pública esta perfeitamente caucionada. Dessa forma, indico aqui um repto para que seja possível encontrar alguma forma de apoio directo ou indirecto, em conjunto com a paróquia local, para melhorar as condições da actual casa mortuária a funcionar na Capela do Espírito Santo.

 

3. A terceira ideia que vos deixo, advém entre outros factores da possibilidade do incremento da rentabilidade do edificado público em benefício dos pequenos empresários.

Mercado Gavião

Acontece que o nosso mercado municipal, como sabem, apenas se encontra em funcionamento em (provavelmente) 60%. A ala sudoeste tem servido de armazém, quando na verdade podia sofrer uma reformulação para ser de utilidade pública. Esta reformulação não necessitaria de ser profunda (e com isso bastante dispendiosa), mas teria claramente de ser funcional. De facto não faz sentido que se renove esta ala do mercado para vender frescos e assim ser mais uma concorrente à ala nordeste, dado que é facto que todos nós sabemos, que não existem clientes para tanto. Mas de facto, podia ser adaptada a um open space generalista, ou mesmo adaptado o espaço para micro escritórios de prestações de serviços.

Mercado Comenda

Em conclusão, o espaço está subaproveitado e pode ser remodelado, à imagem do sucesso que o mercado da Comenda goza hoje, também o de Gavião pode voltar a ter algum brilho. Cabe a vós essa iniciar esse processo.

 

4. Por último, fui também alertado para alguns dos motivos leva o quiosque de Belver, concessão da Câmara de Gavião a não estar ao serviço da população mais vezes.

 

De três factores em que o último é a falta de clientes e esse não é passível pela nossa intervenção, há efectivamente dois outros factores que podem ser melhorados por intervenção directa da câmara. Isto é, nota-se a ausência de um pequeno armazém próximo do quiosque que permita ter em segurança um fundo de maneio mais vasto para atender às necessidades dos clientes, e num segundo ponto a falta de uma cobertura/isolamento face à situação climática que permita algum conforto nos dias mais frios, mas que possa ser amovível para os dias mais quentes.

 

Tenho terminado.

 

 


 

publicado por Paulo José Matos às 12:30 | comentar | ver comentários (1) | favorito