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Out 11
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Agora para rir ... com a crise!

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=36386

 


Já sabe a última anedota sobre a crise na União Europeia?

 

Agência Reuters fez um apanhado humorístico sobre a crise financeira. Portugal é um dos países referenciados.
26-10-2011 20:51

Um grego, um irlandês e um português vão beber um copo a um bar. Quem paga a conta? A Alemanha." Esta é apenas uma das anedotas que se contam sobre a crise da dívida na União Europeia.  

A agência Reuters compilou algumas das piadas que se contam por essa Europa fora sobre a crise da dívida soberana. A Grécia é a principal fonte de inspiração dos humoristas, mas Portugal e a Irlanda também não escapam.

O humor também surge em forma de adivinha: "Porque é que a Grécia não consegue obter o novo plano de ajuda da troika? Porque na Grécia ninguém trabalha o suficiente para acabar de preencher o formulário de candidatura”.

Mas também há histórias verídicas. Um jornalista grego da agência Reuters foi a um cabeleireiro em Amesterdão e perguntaram-lhe, em jeito de brincadeira, se estava disposto a aceitar um corte de cabelo com desconto de 50%. Corte de cabelo em Inglês diz-se “haircut”, que também significa perdão da dívida na gíria financeira - e está em vias de ser perdoada 50% da dívida soberana grega.

Mas nem todas as piadas envolvem a Grécia: “Qual é a diferença entre a Islândia e a Irlanda? Uma letra e seis meses”. Recorde-se que a Irlanda teve de pedir ajuda financeira a seguir à bancarrota na Islândia, em 2008.

O jornal satírico português “Inimigo Público” também abordou recentemente a crise no Velho Continente e é citado pela Reuters: “A Alemanha não descarta sair da Zona Euro, mas só se levar todas as notas e moedas”.

publicado por Paulo José Matos às 08:00 | comentar | favorito
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Out 11
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Filipe e Verissima? Romance no ar?

TVGuia - 24 a 30/10/2011

 

publicado por Paulo José Matos às 22:00 | comentar | favorito
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Out 11
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A vida foge-nos, mas nós passámos a andar de motorizada! :-)

Caros amigos,

 

A vida por estes dias pode ser complicada, para quem tem de ter uma super agenda!

 

Sensivelmente começar as 8:30 a trabalhar, terminando perto das 18 horas. (Lisboa)

 

Arrancar com o carro e ir até a sede do meu distrito do coração - Portalegre (220 km em 3 horas).

 

Debate em comissão política (alargada) do PSD distrital, com inicio às 22 e durou até as 2:30 da manhã!

 

Com a presença do secretário geral do PSD - José Matos Rosa, que para quem não sabe os pais são de Belver! Ou seja, quem diria que um descendente gavionense chegaria a este ponto! Temos muito mérito, mas mais uma vez, só fora daqui nos reconhecem!

 

 

 

Hoje, sábado dia 22 de Outubro de 2011

 

Novamente a apresentação do Livro de Margem de Sonhos, mas desta vez, eu diria que no local certo - em Vale de Gaviões!!!

 

 

E de seguida, 2º Festival Gastronómico em torno do Feijão Frade, para os verdadeiros locais, este tipo de feijão mais conhecido por preto!

 

E o melhor de tudo, é que os lucros são a favor da IPSS de Margem, para ver se ganha alanvancagem financeira para abrir o lar de Margem!

 

Eis o exemplo, de dois dias meus vividos numa transição de um mundo profissional para um mundo social/político!

 

É sempre a correr, porque o tempo foge-nos, usemos então uma motorizada para acompanhar!

publicado por Paulo José Matos às 19:01 | comentar | favorito
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Out 11
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A queda de um ditador - Muammar Kadhafi

publicado por Paulo José Matos às 08:00 | comentar | ver comentários (1) | favorito
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Alternativa aos cortes nos subsídios seria despedir 50 a 100 mil funcionários, diz Vítor Gaspar

Fonte: http://economia.publico.pt/Noticia/alternativa-aos-cortes-nos-subsidios-seria-despedimentos-diz-vitor-gaspar-1517002

 


 

Função pública

Alternativa aos cortes nos subsídios seria despedir 50 a 100 mil funcionários, diz Vítor Gaspar

17.10.2011 - 23:14 Por Lusa

 

O ministro das Finanças disse que a alternativa para o corte nos subsídios de férias e de Natal da função pública seria a saída de 50 a 100 mil funcionários, hipótese que classificou como “inexequível”.

 

Em entrevista à RTP, nesta segunda-feira à noite, quando questionado sobre se as rescisões por mútuo acordo na função pública estariam em cima da mesa, o ministro afirmou que “era uma possibilidade”, mas seria “inexequível”.

No entanto, questionado sobre a quantos funcionários proposta a rescisão, admitiu que entre 50 a 100 mil “não seria um número descabido”, mas lembrou que, “para haver rescisão amigável, é preciso pagar indemnizações”, pelo que o impacto na despesa seria anulado no imediato.

Quando confrontado com uma posição recente do Presidente da República, Cavaco Silva, que criticava cortes nos salários dos trabalhadores do Estado e não no dos privados, Vítor Gaspar escusou-se a comentar.

A aplicação dos cortes de subsídios de Natal e de Férias apenas aos trabalhadores da função pública deve-se ao facto de estes terem maior segurança no trabalho do que os trabalhadores do sector privado, argumentou o ministro das Finanças.

“Não há grupo social que não seja chamado a contribuir”

Em entrevista na RTP1, e questionado sobre qual era o sentido de justiça ao aplicar cortes na função pública e no sector empresarial do Estado, Vítor Gaspar explicou que o “maior flagelo social” que Portugal enfrenta “é o desemprego” e este “afecta os trabalhadores do sector privado”.

A “segurança no emprego”, explicou o ministro do Estado e das Finanças, “é também um factor de rigidez do sector público”.

Vítor Gaspar adiantou que no privado os trabalhadores já terão “um esforço adicional de flexibilização” dos horários de trabalho, ao laborarem mais meia hora por dia.

A medida de cortes de subsídios “não é reproduzida [no privado] porque é crucial a credibilidade que o esforço do programa seja feito do lado da despesa”, salientou Vítor Gaspar, referindo que a duplicação do esforço nos privados seria “desincentivadora” e numa altura em que a “economia precisa de mais trabalho”.

O ministro salientou ainda por várias vezes que “não há grupo social que não seja chamado a contribuir”, acrescentando que no caso dos cortes dos subsídios nos trabalhadores do Estado, “não havendo despedimentos” no sector, tinha de haver uma “redução da despesa em remunerações certas”.

publicado por Paulo José Matos às 13:00 | comentar | favorito