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25 de Abril - Gavião

 

25 de abril


- Içar da Bandeira (Junto ao Cine-teatro Francisco Ventura) com atuação da Banda Juvenil do Município de Gavião e Guarda de Honra pelos Bombeiros Municipais (10:00h)

- Cerimónia de entrega das Bolsas de Estudo aos alunos do Ensino Superior do ano letivo 2013/2014

- Homenagem ao Prof. Jorge Martins por parte do Município pela forma como se dedicou ao longo dos vários anos de trabalho no nosso Município

- Pequena Animação Musical pelo Grupo da Universidade Sénior de Gavião

- Prova de Vinhos da Freguesia de Comenda (15:00h)

- Tarde de Jogos Tradicionais (Frente ao Agrupamento de Escolas de Gavião; 15:30h)
- Malha
- Gincana de bicicleta
- Corridas de sacos

- Início XIII Torneio da Liberdade em Futsal (Pavilhão Municipal; 19:00h)

26 de abril
- Workshop: Aprender a fazer sabonetes (Museu do Sabão; 15:00h)


27 de abril
- Toneio Distrital de Malha (Vale de Gaviões; 9:00h)

- Comemorações do I Aniversário do Museu do Sabão (14:30h)

- Revista Comédia Musical: E Porque Não Emigras? (17:00h)

- Futebol Senior: C. F. "Os Gavionenses" vs G. D. R. Gafetense (16:00h)

publicado por Paulo José Matos às 08:00 | comentar | favorito
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Clipping: "França prepara cortes na Segurança Social"

No último governo sombra, João Miguel Tavares disse algo mais ou menos assim "É curioso que todos os governos de esquerda no poder, estejam aplicar a receita do centro direita, foi assim em Itália, agora é o em França."

 

Será que isto é a evidência que na Europa, não há alternativa ao centro direita?

 

Hoje curiosamente eis a notícia...

 

link: http://economico.sapo.pt/noticias/franca-prepara-cortes-na-seguranca-social_191246.html

 

França prepara cortes na segurança social

António Freitas de Sousa

15/04/14

 

Executivo chefiado por Manuel Valls poderá decidir cortes de 23 mil milhões de euros no Estado social.

 

A proposta do novo primeiro-ministro francês, Manuel Valls, de promover uma poupança da ordem dos 50 mil milhões de euros na despesa pública ao longo dos próximos três anos, já tem um ‘road map’.

 

Segundo a imprensa francesa de hoje, a poupança será realizada em especial no segmento da previdência social. Só depois disso surge a retracção da despesa primária e finalmente o financiamento às administrações locais e regionais.

 

A informação não é oficial mas, a ser verdade, segue os mesmos passos de outras economias europeias apostadas na poupança: o Estado social surge à cabeça nas intenções de contenção de gastos, com um contributo estimado de 23 mil milhões de euros.

 

A decisão do novo governo francês pode tornar-se polémica, num país que é historicamente uma referência na matéria: foi um governo chefiado por um socialista – Leon Blum, em 1936 – que implementou diversas medidas sociais de apoio aos trabalhadores, que viriam a tornar-se letra de lei um pouco por toda a Europa.

 

O próprio presidente francês, François Hollande – que está num pico de falta de popularidade – poderá ver novamente a sua imagem afectada, reforçando a ideia, defendida pelos partidos à sua direita, de que há um distanciamento crescente entre o governo do país e o eleitorado que o colocou no poder.

publicado por Paulo José Matos às 08:30 | comentar | favorito
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Clipping: "E se a troika tiver razão?"

link: http://www.publico.pt/opiniao/noticia/e-se-a-troika-tiver-razao-1632029?page=1#follow

Opinião

E se a troika tiver razão?

Comemorar Abril sem militares é quase como ir a um casamento sem a noiva

 

1. Depois da Irlanda e de Portugal, até o patinho mais feio da crise do euro, a Grécia, parece estar em condições de regressar à amena normalidade dos mercados. Se há apenas algumas semanas o que estava em cima da mesa era a urgência de um terceiro resgate, Atenas fez esta semana um leilão da dívida que, embora sindicado, obteve uma procura muitas vezes superior à oferta. A “exuberância irracional” dos mercados e a mudança súbita da narrativa da crise da Europa periférica obriga a esquerda ortodoxa ou o academismo keynesiano a uma pergunta incómoda: e se Angela Merkel, o FMI e Pedro Passos Coelho tiverem razão? E se, afinal, a terapia de choque por eles defendida e aplicada for um sucesso?

 

Ninguém com um mínimo de honestidade intelectual pode renunciar a esta pergunta. Apesar de a maioria das previsões sobre a dívida, o défice ou a gravidade da recessão se terem revelado erradas, apesar de os modelos do FMI sobre o impacte da austeridade no crescimento terem falhado, apesar dos custos económicos e sociais estarem muito para lá do prometido, é evidente que por estes dias a tímida aceleração da economia ou a queda dos juros no mercado secundário bastam para alimentar a suspeita que, à última da hora, a austeridade pode ser redentora. E expansionista. Na sexta-feira, o Presidente da República tratou aliás de o enunciar, dizendo que o rigor orçamental não é um fim, mas um meio para o crescimento.

 

Mas os putativos sinais de sucesso da troika podem igualmente ser usados para sublinhar o absurdo das suas teses e, ainda mais, para adensar a suspeita de um clamoroso falhanço histórico da Europa alemã na gestão da crise. O FMI, Merkel e Passos teriam de facto razão hoje se o ajustamento que definiram e aplicaram com zelo tivesse resolvido de facto os problemas estruturais das finanças públicas e da economia. Ora nada disso se comprova. Basta coleccionar algumas notícias da última semana para se perceber que o défice se reduz com amnistias fiscais, com o maior crescimento da carga fiscal sobre o trabalho da OCDE, que as empresas portuguesas de dimensão são tão raras como estrelas em noites de nevoeiro, que continuam a ser as mais endividadas da Europa.

 

Se de um momento para o outro as agências de rating se sentem obrigadas a rever as suas notações e se os mercados se deslumbram com o admirável mundo novo da dívida considerada “lixo” é porque vivemos tempos “em que o capital se movimenta como uma manada: ordenado mas desordeiro”, na feliz definição de Pedro Santos Guerreiro, este sábado no Expresso. É a expressão de uma lógica absurda e irracional, capaz de reforçar as teses dos que sempre disseram que esta crise era evitável. Porque se Portugal tem hoje condições para pagar os juros mais baixos dos últimos sete anos, nada mudou radicalmente para que não o pudesse ter feito na Primavera de 2010, quando a troika aterrou na Portela.

Se hoje os mercados se interessam pelas nossas obrigações do tesouro estando o défice em 4.9% (com receitas extraordinárias) e a dívida quase nos 130%, em 2010 o défice era pior (9%), mas a dívida era bem mais simpática (94%). Quer dizer que se hoje a situação é claramente melhor, não há razões para dizer que há quatro anos era irrevogavelmente péssima.

 

O que estas comparações nos sugerem é que em 2010 talvez tivesse bastado um aviso eloquente como o que Mario Draghi fez no Verão de 2012 para evitar que as agências de rating e os mercados deixassem Portugal sem rede. Bastaria talvez que Merkel e os demais líderes europeus, com Durão Barroso à cabeça, produzissem um discurso de união suficientemente claro e contundente para que a confiança não se dissipasse e permitisse a Portugal aplicar um programa de ajustamento que, tendo de ser duro e custoso, não exigiria o grau de sofrimento que se experimentou.  

 

Passos Coelho poderá dizer sem que o desmintam que está a cumprir, pode dar-se até ao luxo de anunciar obras e de baixar salários para regressar à normalidade da política; mas os que o criticam por ter sido um tão fiel jardineiro do quintal ideológico do FMI ou da ortodoxia de Angela Merkel têm também motivos para suspeitar que muito do sofrimento poderia ter sido evitado. Resta saber se num clima de maior distensão teria sido possível fazer muitas das reformas que se impunham a um país fossilizado pelos lobbies e dependente do mercado protegido. Mas essa é já outra conversa.

 

2. O tom das declarações de muitos capitães, com destaque para Vasco Lourenço não esconde a irritante presunção de que eles são em última instância os donos do 25 de Abril. Porque foram eles que o fizeram, e isso é óbvio, mas também porque são eles a sua reserva moral. A liberdade que cada um de nós usufrui é tributária da sua existência, cada consulta no serviço nacional de Saúde é dependente do seu altruísmo revolucionário. Por isso não concebem que o 25 de Abril se comemore sem os seus doutos discursos onde aplicam todo o seu zelo de guardiões do regime, sempre prontos para denunciar os seus desvios.

 

Apesar dessa irritante pretensão de exercer tutela numa sociedade livre, não faz sentido celebrar os 40 anos da revolução sem a sua presença e sem as suas (por vezes histriónicas) palavras na Assembleia da República. Não é porque eles tenham um direito de falar. É porque a democracia lho concede. Uma comemoração é sempre uma evocação da memória e a prestação de um tributo aos que fizeram acelerar a história. Comemorar Abril sem os militares é quase como ir a um casamento onde falta a noiva. Eles podem ser arrogantes, podem ter visões distorcidas sobre as latitudes da democracia, podem fazer a apologia de modelos ou de sistemas hoje datados ou inaplicáveis, mas essa é apenas uma faceta da liberdade de pensamento e de expressão que ajudaram a restaurar em Portugal.

 

Bem sabemos que o país está a passar por um processo rápido de desmemorialização, que tenta resumir as biografias e os contributos de homens como Mário Soares, Freitas do Amaral ou até Cavaco Silva a esfinges de um passado esquerdista e nefasto. A arrogância com que uma mulher culta, inteligente e de insuspeito timbre democrático como Assunção Esteves respondeu à exigência do discurso dos militares é filha desse desdém pelo passado recente. Na solenidade da data que se aproxima, faça-se uma pausa. Porque, de duas, uma: ou se comemoram os 40 anos do 25 de Abril como deve ser, e isso implica que os militares que o fizeram tenham a palavra, ou toda aquela cerimónia se transformará numa encenação sem sentido. Sem os militares (e sem Mário Soares), restarão as saudades da democracia popular do Bloco, o mito do eterno retorno do gonçalvismo exposto pelo PCP, o incómodo do PS e a doce indiferença das alas J do CDS e do PSD.

publicado por Paulo José Matos às 08:00 | comentar | favorito
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Abr 14
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Governo do PSD/CDS está a salvar Portugal

link: http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/taxas_de_juro___credito/detalhe/juros_de_portugal_a_dois_anos_atingem_minimo_abaixo_de_1.html

 

Juros de Portugal a dois anos atingem mínimo abaixo de 1%
10 Abril 2014, 09:06 por Nuno Carregueiro | nc@negocios.pt

 

 

Investidores aceitaram trocar entre títulos de dívida portuguesa com maturidade a dois anos com uma taxa de juro implícita inferior a 1%. No prazo a cinco anos a “yield” está em mínimos de 2005 e na casa dos 2,5%.

 

Durou poucos minutos, mas a “yield” das obrigações soberanas portuguesas com a maturidade de dois anos já esteve esta manhã abaixo de 1%, o que representa o nível mais reduzido desde, pelo menos, 1996 (primeiro ano da base de dados da Bloomberg).

 

A taxa de juro implícita (“yield”) das obrigações portuguesas com maturidade mais curta atingiu assim o valor mais reduzido desde que Portugal aderiu ao euro e certamente de sempre, pois antes de entrar na Zona Euro Portugal suportava custos de financiamento mais elevados.

 

De acordo com as taxas genéricas publicadas pela Bloomberg, o mínimo da taxa de juro das obrigações a dois anos foi fixado em 0,969%. A “yield” está nesta altura a recuar 2 pontos base para 1,14%.

 

Nas restantes maturidades a tendência é também de queda, em linha com o comportamento das últimas sessões e com os juros das obrigações dos restantes periféricos. Numa sessão marcada pelo regresso da Grécia ao mercado de obrigações, os investidores estão a sinalizar maior apetite pelos títulos de dívida dos periféricos da Europa.

 

Os juros dos títulos com maturidade a cinco anos caem 3 pontos base para 2,57%, tendo fixado um novo mínimo desde 2005 nos 2,55%. Nas obrigações com maturidade de 10 anos a queda é de 2 pontos base para 3,88%, perto de mínimos de 2010. O “spread” face à dívida alemã, que mede o risco da dívida portuguesa, está esta manhã nos 230 pontos base, em linha com o valor das últimas sessões, já que também a “yield” das bunds tem vindo a descer.

 

Grécia e Irlanda no mercado

 

Nos restantes periféricos a tendência é também positiva. A “yield” dos títulos italianos a 10 anos recua 4 pontos base para 3,17% e das obrigações espanholas com a mesma maturidade desce 3 pontos base para 3,18%. Na Grécia os títulos de dívida a 10 anos apresentam pela segunda sessão consecutiva uma “yield” inferior a 6%.

 

A sessão positiva para as obrigações soberanas portuguesas surge no dia que fica marcado pelo regresso da Grécia às emissões de dívida de longo prazo, que está a atrair forte procura, reveladora do apetite dos investidores por estes títulos.

 

O primeiro país do euro a ser resgatado está hoje a emitir 2,5 mil milhões em títulos de dívida a 5 anos, tendo já recebido uma procura de 17,5 mil milhões de euros. Analistas citados pelas agências internacionais estimam que a taxa de juro implícita fique entre 5 e 5,25%.

 

Também a Irlanda está esta manhã a emitir dívida, pretendendo colocar mil milhões de euros em títulos com uma maturidade de 10 anos. Em Março pagou menos de 3% numa emissão similar, o que representou um mínimo desde pelo menos 2010.

publicado por Paulo José Matos às 13:00 | comentar | favorito
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Abr 14
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Abr 14

Enrolar a língua, mas só um pouco!

1. Elementar

Três bruxas observam três relógios Swatch. Que bruxa observa que relógio?

(Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch watch?)

 

2. Avançado

Três bruxas transexuais observam os botões de três relógios Swatch. Que bruxa transexual observa os botões de que relógio Swatch? (Three switched witches watch three Swatch watch switches. Which switched witch watch whichSwatch watch switch?)

 

3. Expert

Três bruxas suecas transexuais observam os botões de três relógios Swatch suíços. Que bruxa sueca transexual observa que botão de que relógio Swatch suíço? (Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedish switched witch watch which Swiss Swatch watch switch?)

publicado por Paulo José Matos às 16:41 | comentar | favorito