28
Dez 10

Pela transparência e verdade, contra a FARSA e falta de idoneidade.

Confesso que deixei passar a época festiva do Natal, por uma questão de principio.

 

Mas é chegada a hora de mais uma vez alertar a população para a falta de transparência, verdade que as transcrições das reuniões camarárias estão a ter, para que as pessoas possam saber exactamente quem foram as pessoas eleitas e de que forma se comportam.

 

Como a minha opinião, já pouco valor tinha nesta questão, fiz questão de dirigir uma missiva ao Governador Civil de Portalegre, sendo que outras entidades se seguirão, caso haja uma continuação desta situação, nomeadamente nos comportamentos menos correctos, que INFELIZMENTE O SR. PRESIDENTE RECUSA A QUE SEJAM GRAVADOS EM AUDIO OU VIDEO, PARA MEMÓRIA FUTURA, e serem julgados futuramente em função disso.

 

Confesso-os que estou irritado, fui eleito para dar uma opinião construtiva e para ser tido em conta nalgumas decisões importantes para o concelho, não para ser alvo de chacota.

 

Antes, deixo-vos algumas premissas iniciais:

  • Quem se quer dar ao respeito, tem de respeitar. E se não querem respeitar, então que assumam os actos.
  • Todos os que vão a votos, são no momento da sua eleição Políticos, logo estão comprometidos com um projecto, uma ideia, se assim não fosse porque continuam na dita vida pública?

 

Cópia do seguinte Email, foi pedido na em reunião de câmara de dia 15 Dezembro, para que uma cópia fosse colocada com a acta de dia 2 Dezembro, a que se refere o documento.

CORPO DO EMAIL


From: catalaopaulo@hotmail.com
To: cgabinete@gov-civil-portalegre.pt; adjunto.mo@gov-civil-portalegre.pt; iafonso@gov-civil-portalegre.pt; sec.expediente@gov-civil-portalegre.pt
CC: geral@cm-gaviao.pt; gap@cm-gaviao.pt; catalaopaulo@hotmail.com
Subject: Acta relativa à reunião do executivo municipal de dia 2 de Dezembro de 2010
Date: Mon, 13 Dec 2010 01:37:37 +0000

Boa noite,

 

Exmo Sr. Jaime da Conceição Cordas Estorninho, Governador Civil do distrito de Portalegre


Como representante máximo do poder executivo central no nosso distrito - Portalegre, segue em anexo uma mensagem a si dirigida relativamente à forma como está a ser conduzida a memória descritiva, no que diz respeito às minhas intervenções enquanto vereador na Câmara Municipal de Gavião, no executivo municipal.

Com toda a estima devida, os melhores cumprimentos
Vereador Paulo José E.V. de Matos - Gavião -




CORPO DO ANEXO - TEXTO COMPLETO

 

 

Paulo José Estrela Vitoriano de Matos

Morada Fiscal

Bairro Cadete, Nº28,

6040-101 Gavião, Portugal

Morada

Av. Álvares Cabral, Nº5, Cave

1250 - 015 Lisboa, Portugal

 

Exmo Sr. Jaime da Conceição Cordas Estorninho, Governador Civil do distrito de Portalegre

 

Dirijo-me por este meio, de forma a alertar a situação discriminatória como está sendo feito o registo documental, das minhas intervenções a quando dos debates do executivo camarário de Gavião, cerceando a livre opinião que a minha condição de Vereador o permite.

 

De acordo com a lei n.º 169/99, de 18 de Setembro com respectivas actualizações, é definido o regime jurídico de funcionamento, dos órgãos dos municípios e das freguesias.

 

No capitulo V – Disposições Comuns, artigo 92.º - Actas, é estabelecido as condições técnicas “base” pelas quais se deve conduzir o uso desta ferramenta de trabalho. Destaco que no seu primeiro artigo é indicado que esta ferramenta de trabalho deve conter um “resumo do que de essencial nela tiver passado”

1 - De cada reunião ou sessão é lavrada acta, que contém um resumo do que de essencial nela se tiver passado, indicando, designadamente, a data e o local da reunião, os membros presentes e ausentes, os assuntos apreciados, as decisões e deliberações tomadas e a forma e o resultado das respectivas votações e, bem assim, o facto de a acta ter sido lida e aprovada.

 

No entanto, este resumo tem obrigatoriamente de corresponder à veracidade dos acontecimentos, e os tópicos têm de estar todos descriminados, incorrendo a má transcrição da oralidade efectuada numa clara ausência/discrepância posteriormente verificável em vários aspectos, desde logo na relação Pergunta – Resposta, entre o executivo.

 

Caríssimo Sr. Governador Civil, não é objectivo desta minha mensagem que passe a ficar registado em acta, TODAS as ofensas pessoais à minha honra enquanto pessoa humana dirigidas por cada um dos membros do executivo. Refiro que é algo constante de todas as reuniões quinzenais, e por demais essa situação já foi completamente ultrapassada pela minha pessoa, desde logo aquando do comunicado do Presidente a toda a população datado de 2 de Junho de 2010[1], em que sou apelidado de forma subtil de… palhaço?

 

“Acorda tarde o Vereador Paulo Matos, tentando de forma abusiva e ridiculamente pomposa, aproveitamentos politico partidários.

Tenta recolher mérito em trabalho e conquistas para que nada contribui.

Faz Lembrar um qualquer protagonista de divertidíssima comédia "Há petróleo n Beato"...!”

 

Na reunião de dia 2 de Dezembro de 2010, um dos pontos da ordem de trabalhos era o orçamento previsional para 2011. Tinha pois uma análise preparada previamente, e que li por extenso chegado o meu momento de dar o meu parecer.

 

Eis o seu teor na totalidade:

Gavião, 2 de Dezembro de 2010, 16 horas

Caríssimos senhores, trago alguns considerandos sobre este Orçamento

No tema, Grandes Áreas Estratégicas, foi modificado o ponto 3 – Induzir a Fixação Humana pela Promoção de Loteamentos Urbanos, sendo substituído por Apostar no Desenvolvimento Rural. Ora bem esta assunção, veio-me dar razão pois indirectamente percebeu-se que é pelo trabalho que se pode fixar pessoas e não o contrário. Como implicação directa, o projecto de loteamentos em Belver e de Margem deixam de existir nas prioridades municipais.

No tema, Áreas Prioritárias, foi modificado o primeiro ponto e onde era Investimento Industrial passou a estar Atrair investimento público e privado. Mais uma vez se percebeu que não são as grandes industrias a instalar-se aqui que tem sido a solução, e que esta aposta foi uma derrota, com efeitos visíveis no investimento da fábrica da cortiça, e o seu retorno numérico de empregos.

Nesta introdução do Orç. no ponto Cultura, o tema Biblioteca deixa de constar, e no detalhe do plano financeiro verifica-se que a alínea foi dês orçamentada (em relação ao Orçamento anterior) em 250.000€ previsonalmente para o ano de 2011, isto é, em vez de 400.000€ passou a constar 150.000€. Assim, a promessa que o Exmo. Sr. Presidente me deu aqui, a 7 de Abril de 2010, nesta mesma sala e replicando-me, chamando-me de Chico esperto/espertismo, por questioná-lo para quando é que o projecto Biblioteca avançava, indicando-me com toda a convicção que o projecto estaria pronto pelo 25 de Abril de 2011… pelo que li do orçamento, não é essa a conclusão que se retira.

No Orç. por parte da receita, verifico o caminho de empobrecimento que o concelho vai tomando. O governo socialista central (encabeçado pelo Primeiro-ministro José Sócrates) e a ausência de políticas realmente regenerativas para o sector empresarial no nosso concelho, levam a uma dramática receita no conjunto. Isto é, se em 2010 o valor previsional de receita, foi de 11.740.000€, hoje, passado apenas um ano depois seja no valor de 10.200.000€, ou seja, uma redução brutal de 1.540.000€.

No ponto 4.3, na questão do saneamento, e se há alguns meses atrás fiquei enormemente satisfeito com a apresentação do projecto de Transporte e Tratamento das Águas Residuais no Alamal, com construção da ETAR do Cadafaz, pela divisão de obras nesta reunião, hoje verifico, e é preocupante que o projecto pelo que o orçamento nos diz, não avance já em 2011 (1000€ orçamentado), estando apenas previsto para 2012 (225.000€ orçamentado). Esta situação pode certamente, por em risco o galardão de Bandeira Azul, pois é algo extremamente necessário que se adia, e num dos únicos pontos verdadeiramente turísticos que o concelho tem a par da histórica vila de Belver.

Outra bandeira de campanha política reforçada em 2009, era o Museu de Artes do Rio que agora se vê que orçamento foi avançado para 2012, depois de estar previsto terminar em 2010, e posteriormente como promessa de 2011.

Houve também mais uma promessa de Abril que foi feita mas esquecida ao cidadão Luís Viera (Comenda). Nessa reunião indicou-se que à data da elaboração deste plano seria tido em consideração os pontos museológicos / rupestres da sua freguesia, e feito orçamento a essa promessa, olvidada totalmente foi.

Quanto à Feira de Gastronomia/ Medieval de Belver, agora colocadas no mesmo bolo para serem alternadas nos anos uma com a outra, NÃO ACEITO, pois são situações perfeitamente distintas. Concordo com uma reformulação da feira de Gastronomia, talvez alterando a sua estrutura, ou mesmo cobrando um valor simbólico de 1€ por visitante, e estou disposto a debater este ponto, agora fazendo alternar nos anos, não posso concordar. Em relação, à feira Medieval de Belver, é na verdade é um acto cénico, é diferente e interessante, e por muita magoa que possa sentir ao dizer isto, muitos outros concelhos por esse pais fora de alguma forma, foram “copiando” este modelo, esta nossa iniciativa, o que faz com que o sua relação custo/beneficio tenha diminuído para ser todos os anos.

Por último, nesta introdução falou-se em apoio às Pequenas e Médias Empresas (sector Privado) mas neste orçamento de 10.200.000€ apenas está considerado 1.000€ (FAME), há aqui qualquer coisa que não está certamente bem.

Indico que terminei a minha intervenção.

 

Acontece que na acta que recebi para aprovação (segue em anexo a totalidade do documento) vem apenas referido o seguinte:

 

No entanto, se analisar-mos a resposta inicial pelo lado do Exmo. Sr. Presidente Jorge Martins,

 

 

Verificamos que a resposta, está sendo dada a uma pergunta que não está no texto identificado como sendo do Vereador Paulo Matos. São efectivamente coisas distintas 1) Dizer que a opção política da Biblioteca desaparecendo prefácio/nota introdutória do documento de orçamento e dai ter-se faltado à promessa de 7 de Abril, e outra diferente é 2) Verificar que efectivamente no plano financeiro o que está feito é uma des-orçamentação (que confirma a falta de objectivo).

 

Saltando o debate do Orçamento, em que a minha opinião foi dilacerada, com ataques pessoais tais como o do Vereador Germano que indicou o seguinte “ há uns dias, tivemos a festa homenagem ao Maestro Sílvio Pleno, e uma das musicas era a Quem será, Quem será o pai da criança? Afinal agora já sabemos, é o vereador Paulo Matos.”. Este pequeno comentário, caríssimo Sr. Governador Civil, não está nesta acta, porque é inconveniente estar, serve apenas para tentar bater psicologicamente o vereador Paulo Matos. Vereador que tem “apenas” uma opinião politica diferente, mas pelo meio maltrata-se a homenagem a alguém muito trabalho fez pela cultura gavionense, para além demonstrar uma falta de respeito por parte pasta da cultura, que inclusive é da sua responsabilidade.

 

Por último, e fora da ordem de trabalhos fiz duas declarações:

"1 - Gostaria de saber qual o ponto de situação do município de Gavião sobre o comunicado da concessionária da A23 SCUTVIAS sob a colocação de pórticos de portagem no início do ano de 2011.

2 - Gostaria de demonstrar um sentimento de profundo pesar, pela forma indigna com os exmos senhores tem se feito expressar nesta reunião, nomeadamente usando expressões “é para os ratos saberem”, “isto é alimento para ratazanas”."


Na acta, surge apenas uma. Não é aqui evidente a admoestação?

 

Pergunto-me pois, se se deve começar a questionar a moralidade/idoneidade de quem secretaria a reunião, dado que é ao mesmo tempo uma deputada da assembleia municipal pertencendo ao mesmo partido que maioria do executivo camarário. Ou se, por oposição nada tem a ver com esta situação, sento apenas uma executante dos cortes que se pretendem fazer à memória descritiva dos actos praticados por este vereador, e também os comportamentos/expressões indelicadas a ele remetidas por parte do restante executivo.

 

Este alerta é enviado para o Exmo. Sr. Governador Civil, mas seguirá com o conhecimento do Gabinete de Apoio à Presidência de Gavião, por uma questão de transparência, e se necessário será reencaminhado aos diferentes órgãos de soberania que assim se achar por competentes para em momento futuro “tentar” regularizar a presente situação.

 

Disponível para qualquer esclarecimento adicional

Email: catalaopaulo@hotmail.com

Telefone: 96 799 04 09

 

Os melhores cumprimentos e estima

Vereador Paulo José Estrela Vitoriano de Matos

publicado por Paulo José Matos às 19:16 | comentar | ver comentários (13) | favorito
08
Out 10

Isto não é um presidente de todos os gavionenses, arrisco-me a dizer "nem tão pouco de alguns"! Nem 24 horas durou o respeito.

 

 

Na minha intervenção de dia 16 de Junho de 2010, indiquei 2 questões e 1 Observação

 

clicar para ver intervenção no link

 

Questões

1. A Escola em Alvega está indiciada pelos meios de Comunicação Social para fechar. É referenciado que parte da comunidade escolar poderá vir para Gavião.

  • Qual o ponto de situação por parte do executivo?
  • A existir uma posição, e a ser positiva o volume extra de trabalho escolar, haverá os fundos proporcionais por parte da Direcção Geral de Educação?

2. Há um mês nesta reunião do executivo, foi aprovado a medida contenção por parte dos eventos Feira Medieval de Belver e Feira de Gastronomia de Gavião, indicado que o planeamento de custos viria na reunião de há quinze dias. À data de hoje ainda não nos foi disponibilizado previsional da poupança pela diminuição desses dois dias. Gostaria de saber quais os montantes.

 

 

Observação

3. O Exmo Sr. Presidente no discurso de início de mandato, falou em integridade e valores morais. No entanto é interessante verificar que o que disse não lhe vale para exemplo pois empreende uma campanha de calúnia e difamação pessoal contra a minha pessoa. O povo já percebeu isso.

E também já percebeu que esta a dirigir esta campanha com o propósito de me fazer desistir, usando os seus poderes de presidente e fundos públicos que tem ao seu dispor, evidenciando um potencial abuso de poder e má conduta política.

Refiro porém, que não desistirei.

Esta sua epopeia para denegrir um cidadão revela um desrespeito pelos eleitores, e refiro novamente, pelo povo. As suas atitudes ficarão na memória do povo, lembre-se disso!

Ao comunicado juntou-se uma moção de censura apresentada na Assembleia Municipal, eis então a prova da instrumentalização de todos os órgãos e pessoas para um fim único – destruir e fomentar má reputação da minha pessoa e do grupo parlamentar visado – PSD.

Por último, refiro que toda esta campanha encetada não passa de um Fait divers para entreter algumas pessoas interessadas no mesmo, dado que os verdadeiros problemas do município como o desemprego e despovoamento estão por resolver. Esses sim demonstram a verdadeira eficácia das políticas do executivo, ou seja, pouca ou nenhuma.

Tenho dito.

 

Que se traduziu no seguinte texto da acta:

 

clicar para ver acta 13 de 2010 - Site CM Gavião

 

6.- O Sr. Vereador Paulo Matos apresentou uma Declaração, que será anexa à presente Acta, questionando o Sr. Presidente quanto aos valores previsíveis de poupança na sequência da diminuição de um dia na Feira Medieval de Belver e na Mostra de Artesanato e Gastronomia de Gavião. Questionando quais as medidas que a Câmara Municipal de Gavião está a tomar face à possibilidade de encerramento da Escola de Alvega e tecendo alguns comentários quanto à conduta do Sr. Presidente e à eficácia das políticas deste Executivo. ---------------------------------------------------------------------------------------

 

O Sr. Presidente informou o Vereador Paulo Matos dos valores estimados de poupança nos dois eventos referidos, lembrando que a contenção não deverá corresponder a uma perda de dignidade e que espera conseguir a aprovação de financiamento de algumas despesas da Feira Medieval, pelo que ainda não é possível apresentar valores reais, mas apenas estimados. Relativamente ao encerramento da Escola de Alvega, não está confirmado, existindo unicamente notícias veiculadas pela Comunicação Social. Ainda assim, em consonância com a Direcção do Agrupamento de Escolas foi comunicado aos encarregados de educação de Alvega em 09.06.2010 e pelo ofício que ficará anexado à presente Acta, a disponibilidade para realizarem visita ás instalações da Escola EBI c/ JI de Gavião, que irá ocorrer hoje. Foi ainda comunicado que o Município estará disponível para facultar o acesso à Acção Social Escolar e Transporte destes alunos. Informou ainda que irá emitir resposta escrita à Declaração apresentada pelo Sr. Vereador Paulo Matos, no que concerne às apreciações levianas ali transcritas. ------------------------------------------

 

 

Em resumo, à seguinte afirmação do vereador Paulo Matos:

 

“No entanto é interessante verificar que o que disse não lhe vale para exemplo pois empreende uma campanha de calúnia e difamação pessoal contra a minha pessoa. O povo já percebeu isso.”

 

Da parte do Exmo. Sr. Presidente não foi respondido NADA, ficando para depois! Ou seja, como diz o povo “quem cala consente”, ou ainda “para bom entender meia palavra basta”.

 

 

Na reunião seguinte, datada de 07/07/2010, foi respondido “algo” mas como na acta propriamente escrita só está o que se quer divulgar no site da câmara, e nem O FACTO de já se ter indicado que melhor seria GRAVAR em áudio as cessões camarárias, fez com que a acta seja muito pouco fidedigna, explicita, quanto mais completa.

 

clicar para ver acta 13 de 2010 - Site CM Gavião

 

Apresentou e leu a resposta escrita à Declaração apresentada na última reunião pelo Sr. Vereador Paulo Matos, que ficará em anexo à presente Acta (arquivado em pasta própria). ------------------------------

Questionou directamente o Sr. Vereador Paulo Matos face à referência, que consta do documento que apresentou, ao uso de “…poderes de presidente e fundos públicos que tem ao  seu dispor, evidenciando um potencial abuso de poder e má conduta política”, pedindo que esclarecesse a que se referia exactamente. ---------------------------------------------------------------------------------------

O Sr. Vereador Paulo Matos recusou-se a responder a esta questão, tendo o Sr. Presidente lamentado a ausência de resposta que denota cobardia. ---------------------------------------------------------------------------

 

Ou seja, o Exmo. Sr. Presidente procurava motivos para alegar difamação por parte do vereador, mas subjectivamente (em crer na boa fé das pessoas) não se preocupa com as próprias acções, sejam elas próprias consideradas difamação… recorde-se ainda que por via da Assembleia Municipal, foi aprovado com maioria socialista e com abstenção Comunista, comunicar por um edital a todo o concelho, um texto que acusa frontalmente mas genericamente todos elementos do PSD que participaram na visita ao Centro Social de Margem, ou seja, elementos da Assembleia Municipal e Vereador do Município, como irresponsáveis e incompetentes.

 

Acontece que esse comunicado ainda não foi para a rua, nem as actas da assembleia ainda estão no site da câmara, desde início do seu mandato. ESTRANHO!!!

 

Porque retrocedeu a assembleia nesse edital de origem socialista, sendo que ainda não veio a público, envergonhando de forma geral, a toda política em Gavião?

 

Acontece que o vereador Paulo Matos, tem um blog, em que fala enquanto cidadão individual e outras vezes e DE FORMA CLARAMENTE IDENTIFICADA INDICA O QUE OS COMUNICADOS QUE EXPLICITA, EM REUNIÃO DE CÂMARA, ENQUANTO VEREADOR. Ora a liberdade deste cidadão não pode ser condicionada, como a nenhum outro.

 

Mais uma vez o cidadão, sempre reivindicativo COMO É CONHECIDO, refere o seguinte dos candeeiros de uma nova zona urbana da vila, 1ª – na sua opinião pessoal, foram mal escolhidos porque ao longo de todo o ano e dadas a condições climatéricas do Alentejo, a parte de madeira tenderá a estragar-se com mais facilidade, 2º Existia no local candeeiros que só tinham o poste.

 

 

Em reunião de câmara de 7 de Outubro de 2010, surge o seguinte comunicado

 

Clicar para ver comunicado

 

Gavião, 7 de Outubro de 2010

 

O loteamento Urbano do Calvário, em Gavião, mobilizou evidente esforço financeiro na aquisição de terrenos a particulares e é o maior investimento municipal feio por administração directa.

 

Tem pois uma intervenção determinante, louvável e meritória, dos trabalhadores da Câmara Municipal de Gavião, em termos administrativos, de fiscalização ou execução.Quero lamentar a ausência de postura institucional, apontando para uma certa “garotice” sem nível, evidenciando um inaceitável desrespeito pela Organização – Câmara Municipal de Gavião, por parte do Sr. Vereador Paulo Matos, quando critica detalhes sem fundamento.

 

Condeno, enquanto Presidente que se orgulha do que se faz de bem nesta Nossa Terra.O Loteamento Urbano do Calvário é uma boa obra, que se está a disponibilizar terrenos infra-estruturados a preços extremamente acessíveis, motivando a construção, o emprego e a dinamização económica do Município de Gavião.

 

O Presidente da Câmara

Jorge Martins

 

 

Ora em reunião de câmara, mais uma vez usurpa-se que a qualidade de vereação do Sr. Paulo Matos, transita para a sua própria opinião pessoal, claramente identificada enquanto simples cidadão. Desta forma, o Presidente no espaço de uma reunião oficial faz uso dos seus poderes para responder de forma ofensiva  a um alerta de um cidadão.

 

Será que se deve recordar o que o vereador Paulo Matos disse em Junho, em reunião de câmara, e ai sim na qualidade de VEREADOR?

“…uma campanha de calúnia e difamação pessoal contra a minha pessoa. O povo já percebeu isso.”

 

Pior é colocar os funcionários públicos entre a espada e a parede!

 

O cidadão Paulo Matos responde: Nenhum funcionário foi indiciado, foram fotografados objectos inertes e o seu estado.

 

Quando não há argumentos para refutar dada a clarividência fotográfica, coloca-se atrás dos seus funcionários! Em vez de assumir uma falha de gestão como pode acontecer a todos.

 

O cidadão Paulo Matos, presidente da Assembleia da Mesa do PSD de Gavião, replica:

"Eu também defendo os Funcionários Públicos, e o seu direito a um trabalho justo e honrado, mas não defendo as opções politicas de gestão de recursos humanos que lhes é colocado em cima.

 

Uma câmara é como uma empresa necessita de gestão preocupada. Só isso!"

 

Ou será, que o um presidente da Câmara de Gavião, enquanto cidadão já só se preocupa em mostrar trabalho no sua função público/política batendo na oposição, pois agora que é presidente da distrital do PS, (numas eleições em que era o único candidato) tem de demonstrar serviço a Malhando no PSD!

 

A democracia também é saber ouvir a oposição, e aí em quase de um ano e graças a presidente de Gavião, o vereador Paulo Matos, já encaixou mais experiência, que o já, presidente da distrital do PS, acumulou nesta sua eleição de candidato único.

 

 

Por último, PROJECTO E ACÇÃO é a essa a força do Vereador Paulo Matos!

"Mais um vez, se afirma: o resultado das vossas políticas, está espelhado nos vossos filhos, todos a trabalhar em Lisboa!"

 

publicado por Paulo José Matos às 01:30 | comentar | favorito
15
Set 10

Intervenção programada enquanto vereador na Câmara Municipal de Gavião

Intervenções programadas


  • Referente ao Pedido de apoio ao abrigo do protocolo assinado no âmbito do Curso Profissional “Técnico de Protecção Civil” do Agrupamento Vertical de Gavião

Entrada: 10 Setembro 2010, Nº 8448 , Proc. Nº 4.4.0

 

“Voto favoravelmente ao pedido de apoio solicitado. Dou os parabéns ao Agrupamento de Escolas pelo facto, de ter sido possível pela primeira vez, concretizar o ensino secundário no concelho de Gavião.”

 

  • Fora da ordem de trabalhos

Esclarecimento inicial, ao leitor:


Para a ordem de trabalhos do dia de hoje tinha preparado 3 pontos:

  • Reclamação de cidadãos de Ferraria sobre situação do piso de alcatrão no trajecto Vale da Vinha – Ferraria;
  • Reclamação sobre melhor uso de bens perecíveis na propriedade do Município em Margem, para doação à IPSS Margem;
  • Inquirição sobre o ponto de situação relativo à entrega dos livros escolares dos alunos comparticipados pelo Serviço de Acção Social Escolar, e proposta para debate com efeitos imediatos, de comparticipação do município total ou parcial para os dois escalões, relativos ao 1º Ciclo Ensino Básico.

Verificou-se porém, que antes da minha intervenção, surgiu uma proposta do Vereador Germano, detentor do pelouro da Edução, proposta muito semelhante ao meu terceiro ponto. Assim, e tendo dado o meu voto favorável a essa mesma proposta, retirei da globalidade da minha intervenção, o 3º ponto previsto, ainda que o tivesse mencionado indicando a existência.

 

 

Propostas indicadas de forma oral e por extenso:


"1. Fui abordado por vários cidadãos da povoação de Ferraria, que me indicaram ter já alertado as várias entidade locais – a respectiva junta de freguesia, e as entidade municipais. Ainda que alguns destes contactos tenha sido feitos pela via oral, foi indicado na essência, o perigo existente para a viação rodoviária entre o cruzamento do Vale da Vinha e a Ferraria, nomeadamente as raízes de uma Pinheira, que já elevou o alcatrão da superfície normal da estrada em cerca de 20 cm, numa extensão de 5 metros.


2. Fui também questionado na povoação de Vale de Gaviões, sobre os bens perecíveis existentes na propriedade da C.M. de Gavião, nomeadamente – Marmelos, e se em vez destes estarem a deteriorar-se no terreno, se não poderiam de alguma forma ser recolhidos em tempo útil, e serem entregues na IPSS de Margem.

publicado por Paulo José Matos às 23:50 | comentar | favorito
21
Jul 10

Intervenção enquanto vereador do executivo municipal

Caros leitores,

 

As actas de tão resumidas que estão (ou censuradas, conforme a sensibilidade  de quem as lê), deixam muitas vezes de corresponder à verdade que um qualquer gravador podia evidenciar.

 

Eu próprio, em reunião também já aludi à sua existência de tal gravador, com o único objectivo de desmistificar alusões préconcebidas e cada um pudesse ouvir e daí interpretar.

 

Por este motivos, e pelo facto de não ser possível retirar a minha intervenção no sitio oficial da CMGavião, reservo-me sempre o direito de colocar aqui a parte das minhas intervenções que está programada.

 

 

 

Gavião, 21 de Julho de 2010

 

Considero que é através das minhas ideias neste espaço, que contribuo para o abrir de novas perspectivas nas decisões que município pode eventualmente tomar. Assim sendo coloco-vos três pequenos considerandos.

 

1 - Verifica-se que a norma protocolar praticada nos eventos organizados pelo executivo municipal, salvo raras excepções não promove a saudável diversidade de ideologias políticas, nomeadamente procurando integrar nas actividades os vários membros eleitos do município. Não pode ser considerado supérfluo, convidar formalmente todo o executivo camarário e os deputados da assembleia municipal, e digo isto de forma particularmente desagradada, dado que no último sábado foi efectivamente co-organizada uma homenagem a um ilustre político – Mousinho da Silveira. Verifica-se pois o caricato e contraditório que é homenagear um político, mas não convidar os eleitos do concelho para esse momento.

 

2 - É minha opinião política, que a Feira de Artesanato e Gastronomia de Gavião estava este ano mais pobre em vários sentidos, não porque tivesse menos um dia dada vicissitude financeira implementada e com a qual concordo plenamente, tal como indiquei neste próprio localmas porque faltou a inovação de outros tempos. No entanto, dou nota positiva à coragem política de colocar a banda insurgente Taguilla como cabeça de cartaz num dos dias. A ausência de inovação que me referia atrás, prende-se com a inexistência de insufláveis e animadores à disposição das crianças (exemplos: pinturas faciais, etc.), a representação autónoma das juntas de freguesia em espaço próprio, e outras instituições de relevo do município. Aos próprios promotores presentes (artesãos e empresas) efectuar-se-ia a construção de um micro palco para se organizar pequenos workshops e divulgações com layoutmais cuidado e até educativo (Exemplos: aula de trabalho em barro, apresentação de livros, etc.). Por último, questiono se neste formato de 3 dias não fará sentido estender o período da feira para a tarde durante o fim de semana, dado que actualmente está resumido ao período nocturno. Proporcionava-se assim tempo para os visitantes poderem percorrer de forma mais calma e descontraída toda exposição. Saliento ainda que as ideias que aqui refiro não são incompatíveis com a restrição orçamental auto-imposta.

 

3 - Vejo-me mais uma vez a reconhecer o excelente trabalho do município e seus funcionários, no desenvolvimento das capacidades de natação ao nível de toda a comunidade, em particular os jovens. No entanto, e reconhecendo o direito a férias que todos os funcionários devem gozar de pleno direito, deveria ser encontrada uma alternativa que permitisse que o tanque de aprendizagem estivesse disponível durante o mês de Agosto. Com esta acção, estaríamos a proporcionar a continuidade da prática do desporto jovem, durante o período das férias escolares, e a proporcionar uma alternativa de lazer a todos os turistas que acorrem ao município também neste período.

 

Tenho dito.

Paulo José Matos

 

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