11
Jul 15

Que perfil do candidato à Assembleia da Republica valorizará o norte alentejano e não apenas o PSD? Por Paulo Matos (Gavião)

 Que perfil de candidato à Assembleia da Republica valorizará o norte alentejano e não apenas o PSD?

 

Gavião, 11 de Julho de 2015


Caro concidadão norte alentejano,


Vou-te transmitir a minha opinião sobre a matriz ideológica e de ação que deve constar na base da escolha do perfil para candidato à assembleia da república nas legislativas de 2015 pelo círculo eleitoral de Portalegre.

 

Começo por lhe perguntar:

- Não é da opinião que devemos debater de forma sério e objetiva o perfil do candidato à assembleia da republica que nos irá representar nos próximos anos?

- Não deve alguém que representando o Partido Social Democrata representar de forma valorizada todos os norte alentejanos?


Dito isto, porque acredito que o caro concidadão também acredita  na figura de alguém que leve o debate da meritocracia a ferro e fogo e em simultâneo apresente-se com uma capacidade de lobby consistente e profícua nos lugares onde se decidem vidas e investimentos que as moldam anos a fio, no limite sem que disso se apercebam. Se encontrarmos essa pessoa, encontramos a Solução.

 

O investimento público “simples” e de aplicação “direta” promovido pelo Estado Português é e será cada vez menor mas a sua desmultiplicação em projetos privados, tornando-se num instrumento de alavancagem financeira reproduz sucessos de médio prazo e potenciará alguns de longo prazo.

 

Repara que eu vou dar-te um exemplo concreto do que acabo de dizer e que foi promovido por alguém que hoje pode não ser recomendável atendendo que está preso preventivamente com o aval de 33 juízes – o ex-primeiro ministro de Portugal – José Sócrates. Sócrates apoiou ativamente o distrito de Castelo Branco no interior de Portugal alavancado projetos tecnológicos da antiga Portugal Telecom na Covilhã, transferiu várias concessões de serviços à distancia do Estado Português de Lisboa para Castelo Branco (os famosos callcenters). Mas estes dois exemplos acontecem em simultâneo com o forte impulso da infraestrutura publica, nomeadamente a mobilidade sustentável das pessoas no sentido “Lisboa-Castelo Branco” derivado da eletrificação da ferrovia da beira baixa e com o crescimento exponencial (em quantidade e qualidade) dos alunos da Universidade da Beira Interior que fornecem mão de obra qualificada técnica e não técnica. Sócrates foi tão eficaz na colagem da PT ao distrito de Castelo Branco que nem a mudança de dono (agora Altice) fez recuar o uso daquelas infraestruturas que distam quase 300km de Lisboa, pelo contrário.
 
Então depois do exemplo que dei continuas a achar que fazer lobbing é mau ou é pecado?
 
Portugal ganhou mais integridade territorial com o sucesso no distrito de Castelo Branco. Porque não fazer o mesmo no distrito de Portalegre, não somos Portugal?
 
Recordo, já no longínquo o ano de 2007, em Portalegre, no qual Carlos Sezões, membro-fundador do Fórum Alentejo 2015, referia que “as tecnologias representam, para o Alentejo – região periférica em relação a Portugal e à Europa – uma oportunidade de desenvolvimento que não pode ser ignorada” e no mesmo painel da conferência, o Eng.º Mata Cáceres, à data Presidente da Câmara Municipal de Portalegre, apaixonava os ouvintes norte alentejanos ao falar da instalação de um fileira de empresas ligadas à área da saúde na zona industrial de Portalegre “e que seria o maior cluster de saúde no pais”. Neste local iriam ser concretizados desde tratamentos oncológicos, a cuidados paliativos ou ainda ao fabrico de medicamentos. Hoje, em 2015, Portalegre não tem cluster de saúde nem de serviços de base tecnológica, nem se imagina a ser o centro de nenhum cluster sequer…..
 
Procuro eu, pessoalmente, no nosso distrito quem tenha perfil para se encaixar neste papel e que tenha uma genuína ambição  para o distrito de Portalegre. Alguém que saiba fazer “bom” lobbing e que ao nunca esquecer os valores da meritocracia, ajude o distrito sem enriquecer ilicitamente, ou seja, não ponha o seu interesse pessoal acima do distrito que representa.
 
Acredito eu, que todos os militantes do PSD do distrito de Portalegre, os residentes e os exilados profissionalmente possam ser validados um a um se cabem neste perfil que nestas palavras simples defendo. Mas sou realista e aos poucos a lista irá restringir-se a quem é de facto figura pública ou não, nosso distrito e aqui teremos um desafio grande.

 

Reflita e concordará comigo, que este perfil é transversal aos cidadãos do norte alentejano indiferente da sua ideologia partidária pessoal, por isso será ainda mais importante para alcançar a vitória!

 

Viva o PSD

Viva Portalegre

Viva Portugal!

 

Paulo José Estrela Vitoriano de Matos

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05
Dez 14

clipping: Saiba quem pode antecipar o pedido de reforma (Diário Económico, 05­.12­.2014)

O Governo aprovou ontem o descongelamento do acesso às reformas antecipadas no sector privado, uma medida que chegará ao terreno de forma gradual. Em 2015, só os trabalhadores com mais de 60 anos de idade e 40 de descontos vão poder abandonar o mercado de trabalho antes da idade legal (66 anos) - isto no sector privado, porque no público, as reformas antecipadas continuam disponíveis para quem aos 55 anos de idade conte 30 de descontos.

reforma antecipada.png

 

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19
Set 14

Clipping: Investimentos no interior dão mais créditos fiscais (Jornal Negócios 19/09/2014)

O Governo aprovou esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, um novo Código Fiscal do Investimento, revendo os regimes de benefícios fiscais ao investimento produtivo, onde se inclui a criação de uma majoração de 10% do crédito fiscal para investimentos realizados no interior do País. O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais afirmou que o código vem "reforçar significativamente os regimes de apoio ao investimento produtivo", estando previsto um crédito fiscal em IRC até 25% do montante de investimento.

 

 

 

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10
Abr 14

Governo do PSD/CDS está a salvar Portugal

link: http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/taxas_de_juro___credito/detalhe/juros_de_portugal_a_dois_anos_atingem_minimo_abaixo_de_1.html

 

Juros de Portugal a dois anos atingem mínimo abaixo de 1%
10 Abril 2014, 09:06 por Nuno Carregueiro | nc@negocios.pt

 

 

Investidores aceitaram trocar entre títulos de dívida portuguesa com maturidade a dois anos com uma taxa de juro implícita inferior a 1%. No prazo a cinco anos a “yield” está em mínimos de 2005 e na casa dos 2,5%.

 

Durou poucos minutos, mas a “yield” das obrigações soberanas portuguesas com a maturidade de dois anos já esteve esta manhã abaixo de 1%, o que representa o nível mais reduzido desde, pelo menos, 1996 (primeiro ano da base de dados da Bloomberg).

 

A taxa de juro implícita (“yield”) das obrigações portuguesas com maturidade mais curta atingiu assim o valor mais reduzido desde que Portugal aderiu ao euro e certamente de sempre, pois antes de entrar na Zona Euro Portugal suportava custos de financiamento mais elevados.

 

De acordo com as taxas genéricas publicadas pela Bloomberg, o mínimo da taxa de juro das obrigações a dois anos foi fixado em 0,969%. A “yield” está nesta altura a recuar 2 pontos base para 1,14%.

 

Nas restantes maturidades a tendência é também de queda, em linha com o comportamento das últimas sessões e com os juros das obrigações dos restantes periféricos. Numa sessão marcada pelo regresso da Grécia ao mercado de obrigações, os investidores estão a sinalizar maior apetite pelos títulos de dívida dos periféricos da Europa.

 

Os juros dos títulos com maturidade a cinco anos caem 3 pontos base para 2,57%, tendo fixado um novo mínimo desde 2005 nos 2,55%. Nas obrigações com maturidade de 10 anos a queda é de 2 pontos base para 3,88%, perto de mínimos de 2010. O “spread” face à dívida alemã, que mede o risco da dívida portuguesa, está esta manhã nos 230 pontos base, em linha com o valor das últimas sessões, já que também a “yield” das bunds tem vindo a descer.

 

Grécia e Irlanda no mercado

 

Nos restantes periféricos a tendência é também positiva. A “yield” dos títulos italianos a 10 anos recua 4 pontos base para 3,17% e das obrigações espanholas com a mesma maturidade desce 3 pontos base para 3,18%. Na Grécia os títulos de dívida a 10 anos apresentam pela segunda sessão consecutiva uma “yield” inferior a 6%.

 

A sessão positiva para as obrigações soberanas portuguesas surge no dia que fica marcado pelo regresso da Grécia às emissões de dívida de longo prazo, que está a atrair forte procura, reveladora do apetite dos investidores por estes títulos.

 

O primeiro país do euro a ser resgatado está hoje a emitir 2,5 mil milhões em títulos de dívida a 5 anos, tendo já recebido uma procura de 17,5 mil milhões de euros. Analistas citados pelas agências internacionais estimam que a taxa de juro implícita fique entre 5 e 5,25%.

 

Também a Irlanda está esta manhã a emitir dívida, pretendendo colocar mil milhões de euros em títulos com uma maturidade de 10 anos. Em Março pagou menos de 3% numa emissão similar, o que representou um mínimo desde pelo menos 2010.

publicado por Paulo José Matos às 13:00 | comentar | favorito